Clichê

 É engraçado quando você assiste aqueles filmes de comédia romântica, e fica toda derretida, sabe?! Aquela vontade de viver uma aventura, um amor que tem altos e baixos e no final de tudo, sempre rola um final Feliz. É clichê, eu sei. Mas no fundo, a maioria pensa isso, vai. Deve ser bom viver algo que a gente assiste na TV. Idealizar de forma que a gente sonhe em construir uma trama real na vida real.

 E sempre existe aquela pessoa que te faz querer isso que você vê na TV... Alguém que deixe seu coração quentinho, acelerado quando a vê. Alguém que mexe com seu interior e você transborda, de dentro pra fora.

 Alguém que você poderia ficar horas olhando e admirando e não cansaria de olhar, porque é diferente, é mágico... Surreal. Isso mesmo, surreal. Algo que com certeza você acha que nunca vai acontecer, mas acontece.

 E aí você sorri no meio da rua, quando lembra dela. Viaja num mundo só seu e dela. Se desmancha quando essa pessoa passa seus dedos entre os seus... Você idealiza o abraço, o afago, o afeto e então, o beijo! Entre olhares e desolhares (licença poética para uma palavra que está no meu conto clichê), você se desagua em um simples puxar para seu ombro... Se transborda de dentro pra fora para alguém que te idealiza, alguém que você idealiza... Que te faz sentir real, mesmo quando o que sonha, não é assim.

 Todo mundo pensa num amor assim, vai.... O fato é... Já encontrou o seu? 


                                     (Julia Strauss) 

 

 

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